Até recentemente, e de uma forma geral, esta cultura não sofria de problemas
fitossanitários importantes que implicassem grandes cuidados, mas o aparecimento
de duas pragas vieram acarretar prejuízos financeiros ao produtor, ao comprometer a sua produção.
Em seguida, apresentam-se as pragas e doenças que normalmente surgem nesta cultura
- Mosquinha branca do abacateiro (Aleuroplatus perseaphagus) – frequente, mas com impacto económico reduzido;
- Tripe-negro-das-estufas (Heliothrips haemorhöidalis) – pouco frequente, com impacto económico reduzido;
- Gorgulho do abacateiro (Naupactus godmanni) – pouco frequente, alimenta-se das folhas, com impacto económico reduzido;
- Mineira-do-abacateiro (Caloptilia staintoni) – espécie endémica tendo como hospedeiros lauráceas da floresta indígena,
mas surgindo ocasionalmente no abacateiro, com importância reduzida;
- Aranhiço vermelho do abacateiro (Oligonychus perseae) – disseminada em toda a cultura, esta praga caracteriza-se
pelos sintomas nas folhas (Figura 1), a partir da nervura central e alastrando para o exterior, formando
uma mancha castanho ferrugem. Os danos são indiretos, uma vez que provoca a queda das folhas
(quando o ataque é intenso), reduzindo a produtividade da planta e consequentemente afetando
o desenvolvimento dos frutos. Esta praga apresenta consequências económicas significativas para a produção de abacate.
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