Plantador de batata


frutificação da anoneira


planta com flor
O ciclo reprodutivo das plantas de flor (angiospérmicas) é complexo: cada espécie apresenta um modo de floração, que termina quando a flor é fecundada em frutificação (hábito de frutificação).
As culturas fruteiras monocaules (bananeira, ananaseiro, papaieira e coqueiro) formam apenas uma minoria, ainda que uma minoria extremamente importante. A maioria das culturas fruteiras são, de longe, árvores de ramificação (Ed Verheij). A anoneira, a romãzeira, a macieira, a pereira e a ameixieira formam todos botões florais no ramo em repouso e também têm rebentos compridos (indeterminados) bem como curtos (determinados ou esporões). O crescimento dos rebentos curtos termina cedo, permitindo aos ditos esporões mais tempo para iniciarem flores. Apesar de a floração se verificar também nos rebentos compridos, a floração e a frutificação têm melhores resultados nos rebentos curtos (esporões). Estas culturas combinam a separação temporal do crescimento de rebentos e do desenvolvimento floral, com a floração preferencial em locais separados (Ed Verheij). Na série de fotografias seguinte, dá-se a conhecer este modo de florescer e frutificar:

A fertilização na cultura do limoeiro

limoeiro1Nos primeiros anos de vida do pomar, deve-se proporcionar às jovens plantas as condições adequadas de nutrição, de forma a permitir-lhes um crescimento vigoroso.
limoeiro2Após a entrada do pomar em produção, a fertilização deve assegurar às árvores uma nutrição equilibrada, evitando um crescimento vegetativo excessivo e a favorecer a produção de frutos em quantidade e qualidade. A avaliação do estado de nutrição de um pomar é efetuada anualmente através da análise foliar e da análise de terra e é com base nesta avaliação que se determina a quantidade de fertilizante a utilizar, de modo a assegurar uma nutrição adequada às árvores.
No caso da cultura do limoeiro, as fertilizações devem ser efetuadas no início da Primavera (fevereiro/março) e no fim do Verão (setembro/outubro), para promover a rebentação em março/abril e em outubro/novembro, respetivamente. Assim, a rebentação será mais precoce, prevenindo o aparecimento de algumas pragas importantes. A realização de fertilizações numa altura não indicada facilita o aparecimento de determinadas pragas, graves, nomeadamente a psila e a lagarta mineira

O tomate arbóreo

tomate arb1Esta árvore possui porte arbustivo de 2 a 3 m de altura e é facilmente reconhecida pelas suas folhas grandes. É uma planta monoica hermafrodita, ou seja, as flores possuem os dois sexos. Vive cerca de 5 a 6 anos, entra em produção no 2.º ano e produz um máximo de frutos aos 3/4 anos.
Propaga-se com muita facilidade quer por semente como por estacaria. Deve ser plantada no início da estação húmida com um compasso de 4m x 2,5m.
Prefere clima temperado subtropical, locais de humidade média-alta. Gosta de solos bem drenados, frescos e ligeiramente ácidos, sendo muito sensível à falta de água. É uma planta que prefere situações de plena luz, podendo ser cultivada ao sol, exceto em situações de excessiva seca. Necessita proteção dos ventos e das geadas. Requer solos arenosos e férteis, ricos em matéria orgânicos.
Esta planta responde bem à fertilização, pelo que em plantação utiliza-se o estrume e faz-se uma aplicação de fósforo e potássio e, em cobertura, fazem-se 2 a 3 aplicações de azoto. As quantidades de fertilizantes a aplicar são definidas de acordo com os resultados das análises de solo. É uma planta rústica no que diz respeito às pragas e doenças, sendo os afídios e tripes (flores, folhas), o oídio e a antracnose (frutos) as enfermidades mais comuns.
A poda é importante para estimular a ramificação e deve ser feita para eliminar os galhos que já tenham frutificado e induzir a formação de novos galhos. Nas árvores em produção poda-se os ramos mortos ou doentes.
O fruto, com semelhanças ao tomate, é oval e pontiagudo no extremo inferior e tem uma cor que varia do vermelho ao laranja.
A colheita é realizada entre os meses de novembro e março, sendo que deve ser colhido apenas quando apresenta cor uniforme. A média de produção por árvore situa-se entre os 15 a 20kg/ano.
É possível adquirir plantas de tomate arbóreo no Centro de Desenvolvimento de Fruticultura Subtropical.

A traça da flor do limoeiro

tr flor limoeiro1

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A traça da flor do limoeiro, Prays citri, é um pequeno lepidóptero que se alimenta das flores e dos pequenos frutos desta espécie. Pertence à família Praydidae e os adultos têm hábitos crepusculares e noturnos.
Tem também capacidade de atacar as cidreiras e, menos frequentemente, as laranjeiras.
Este inseto provoca avultados estragos, podendo causar reduções significativas na produção de frutos.
Dependendo das condições climáticas, o número de gerações por ano varia entre 3 e 16.Os níveis populacionais estão mais baixos no Inverno e Primavera, e altos no Verão e Outono. As diversas fases (ovo, lagarta, pupa e adulto) podem ser observadas ao longo de todo o ano. O limiar para o desenvolvimento deste inseto é aproximadamente os 10 graus centígrados.
Os ovos são depositados individualmente nas flores e, por vezes, nos jovens frutos. Quando a lagarta nasce, alimenta-se das flores e dos pequenos frutos. As pupas podem ser observadas nos frutos, flores e folhas.
A 25 graus centígrados, o ciclo de vida completa-se em 20
dias.
tr flor limoeiro3O controlo desta praga é difícil. Os tratamentos com as substâncias ativas homologadas (lambda cialotrina, emamectina e Bacillus thuringiensis) deverão ser efetuados 

agricultura

A poda de fruteiras


Poda de rejuvenescimento – realiza-se em árvores adultas, sempre que necessitamos reformar inteiramente a copa a partir das ramificações principais, reconstruir a ramagem e assim reactivar a produtividade da planta. Trata-se duma poda mais drástica (mais forte).Poda de Limpeza – é uma poda ligeira para fazer pequenas correcções na árvore, isto é, para retirar algum ramo mal localizado, doente ou seco, a realizar em fruteiras perenes como por exemplo os citrinos . Consoante a espécie, variedade, altitude do pomar, temos épocas diferentes para fazer esta operação.

 
Em seguida, e considerando as árvores já formadas (através da poda de formação a realizar nos primeiros anos), apresenta-se, por grupo de plantas, as épocas mais recomendáveis para efectuar a poda, das fruteiras mais importantes na região:
epoca poda fruteiras
*tendo por base o que anteriormente foi referido na poda em verde, isto é estando perante o real comportamento vegetativo quer frutícola da planta.
Chama-se ainda a atenção para o seguinte:
  • Para a necessidade de utilizar ferramentas apropriadas e devidamente afiadas;
  • Sempre que se desconfie que existe alguma árvore doente, estas devem ser as últimas a podar. Após a poda destas árvores, deve-se desinfestar os utensílios de corte com uma solução (½ água+ ½ de lixívia) ou com álcool;
  • E para a aplicação, imediatamente a seguir às podas, de uma calda à base de cobre (caldas cúpricas) para desinfecção e melhor cicatrização de feridas (nas podas de Inverno) de forma a reduzir o aparecimento de doenças.

Hortas pequenas no quintal

hortas pequenas no quintal
Para as pessoas que não tem espaço em casa para ter uma mini horta isto e uma boa solução .


 

Colheita do maracujá


A colheita do maracujá inicia-se de cinco a nove meses após o plantio das mudas no campo.

Resultado de imagem para apanha do maracujáO período de colheita é bastante longo, na maioria das regiões, sendo maior nas zonas com suficiente calor, luminosidade e umidade, num prolongado período de frutificação, e menor naquelas regiões sujeitas a frio mais intenso ou a um período de seca mais notável. Nas condições do estado de Goiás, na maioria das vezes, o período de maior produção estende-se de novembro-dezembro a julho-agosto.

A colheita dos frutos ocorre cerca de 70 a 80 dias após a abertura das flores. Os frutos do maracujá, uma vez maduros, desprendem-se das plantas e caem no chão. Diante disso, a colheita consiste na catação dos frutos caídos, de preferência pela manhã. Alguns frutos, ao se soltarem da planta, ficam presos entre os ramos, especialmente na condução em latada; esta catação precisa ser feita com certo cuidado, de modo a encontra-los e recolhe-los.

Os frutos colhidos na planta, mesmo quando amadurecidos antes de serem consumidos, apresentam sabor agreste e pouco agradável, razão pela qual só devem ser apanhados aqueles frutos que já se desprenderam da planta.

Após a maturação e queda, os frutos rapidamente perdem água e murcham, além de serem facilmente atacados por podridões, razão pela qual esta operação deverá ser feita diariamente, em especial no período chuvoso e quente do ano, mas nunca em intervalos maiores que duas vezes por semana.

Para a conservação dos frutos em bom estado, por um período mais longo, visando uma comercialização mais eficiente, deve-se proceder da seguinte forma: a) assim que o fruto chegar do campo, deverá ser lavado em água contendo 100 ppm de cloro, ou seja, 10 miligramas de cloro por litro, de forma a eliminar todos os resíduos de sua superfície externa; b) após secarem, os frutos devam ser classificados por tamanho, cor, grau de lesões por doenças, estando de murchamento, e acondicionados em embalagens.

Na classificação, os frutos de melhor padrão são destinados ao mercado de frutas frescas; aqueles menores ou que apresentam lesões de verrugose, podridões ou elevado estado de murchamento são encaminhados pêra indústria que fazem o processo da fruta. Outra alternativa, com possibilidade de agregar valor aos frutos, especialmente aqueles de padrões inferiores, é o despolpamento e envasamento da polpa, utilizando-se diferentes equipamentos, seguido de imediato congelamento, com destino ao mercado local ou regional.

Rendimento – a produtividade do maracujá, nas condições de Goiás, é muito variável, não só em função dos diferentes tratos culturais dispensados à planta, mas também em função do espaçamento, do sistema de condução e, no primeiro ano, da época de plantio.

Como uma estimativa média, no entanto, pode-se admitir que uma cultura, razoavelmente conduzida, produza, no primeiro ano, cerca de 8 a 10 toneladas por hectare, 15 a 20 toneladas no segundo ano para , no terceiro, reduzir esta produção para 10 a 12 toneladas por hectare.

A obtenção de produtividade menor que 8tha, por ano, torna a cultura inviável, considerando o aumento da oferta influindo na queda do preço pago ao produtor. 

Poda do maracujá


Existem dois tipos de poda recomendados para a cultura: poda de formação e a poda de produção ou renovação. Elas são indicadas para quem conduz o maracujá em espaldar (cerca) no sistema que chamamos de "cortina". A poda de formação é realizada logo que se planta o maracujá, e a poda de produção é realizada no início da brotação primaveril, quando houver disponibilidade de água no solo, e temperaturas na faixa de 20º C. Mas lembre-se: só devem ser podadas plantas de pomares saudáveis e bem cuidados. Também é importante frisar que a planta não pode estar em repouso, pois poderá morrer após a poda; e nem ter já emitido botões florais, pois terá o início da produção retardado.

Camarao ao molho de maracuja

                                                                                      IMGREIENTES
• 24 camarões Rosa G Descascados Bom Peixe
• 200 ml de azeite de boa qualidade
• 100 ml de suco de maracujá
• Polpa de dois maracujás
• 200 ml de creme de leite fresco
• 300 ml de molho bechamel
• Sal e pimenta a gosto para temperar

MODO DE PREPARO

Tempere os camarões com sal e pimenta e grelhe em azeite até que estejam rosados e bem cozidos.
Tire da frigideira e mantenha aquecidos.
Na mesma frigideira que foram grelhados os camarões, adicionar o suco do maracujá com as sementes e deixar reduzir.Acrescentar o molho bechamel e ir adicionando creme de leite fresco até atingir o ponto de um creme não muito espesso, porém bem aveludado.
Tempere com sal e pimenta do reino a gosto.
Coloque os camarões no prato, cubra com o molho de maracujá e sirva com arroz branco com um pouco de passas. Decore com salsinha crespa e ervas picadas.